{"id":1590,"date":"2025-07-18T23:19:09","date_gmt":"2025-07-19T02:19:09","guid":{"rendered":"https:\/\/arddhu.me\/?p=1590"},"modified":"2025-07-19T12:05:33","modified_gmt":"2025-07-19T15:05:33","slug":"banquete-de-mana-e-a-oracao-a-unificacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/arddhu.me\/en\/banquete-de-mana-e-a-oracao-a-unificacao\/","title":{"rendered":"Banquete de Man\u00e1 e a ora\u00e7\u00e3o \u00e0 unifica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\">(gula)<\/h2>\n\n\n\n<p>Acredite, a dor de ter milhares de criaturas entrando em seu corpo pelos poros n\u00e3o \u00e9 algo que voc\u00ea vai querer guardar como lembran\u00e7a. N\u00e3o que consiga, se quiser.<\/p>\n\n\n\n<p>Talvez at\u00e9 imagine em algum momento que foi uma alucina\u00e7\u00e3o de sua mente e que tudo na verdade n\u00e3o passou de um pensamento estranho, ou no m\u00e1ximo um pesadelo.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas n\u00e3o funciona comigo, sou relembrado a cada dia de como isso aconteceu e essa lembran\u00e7a me faz rir sozinho por alguns minutos. Ali\u00e1s, nunca sozinho, pois desde ent\u00e3o eu estou sempre acompanhado.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles me acompanham para todo o lugar, ou talvez eu devesse dizer que eu os acompanho, j\u00e1 que eles s\u00e3o em maior n\u00famero. No entanto todos atendem pelo mesmo nome, Belial, e talvez por isso eu deveria dizer que realmente n\u00e3o importa quem acompanha quem.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso aconteceu bem antes que eu conhecesse Sevla ou Melangra, minhas esposas belas e jovens que quase morreram trapaceando numa mesa de cartas, mas isso seria uma outra hist\u00f3ria, e certamente muito mais picante.<\/p>\n\n\n\n<p>Conheci Belial antes que o mundo acabasse, voc\u00ea sabe, antes que a Mortalha se espalhasse em volta dessa esfera de insanidade e convalesc\u00eancia c\u00f3smica, a grande piada da exist\u00eancia, como eu sempre gostei de pontuar.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele n\u00e3o \u00e9 como os \u201cSete Sacais\u201d, os babacas que chegaram aqui trazidos por garotos mais babacas ainda em uma noite bizarra de magia de butique feita em um cinema abandonado. A merda maior foi o cinema ter sido constru\u00eddo em cima de um cemit\u00e9rio ind\u00edgena ancestral.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, Belial n\u00e3o \u00e9 anjo nem dem\u00f4nio, n\u00e3o est\u00e1 vivo nem morto. J\u00e1 pensei at\u00e9 que podia ser alucina\u00e7\u00e3o decorrente de um tumor cerebral ou algo semelhante, mas n\u00e3o, quando fui alvo de uma disputa de tiros entre dois policiais corruptos percebi que a uni\u00e3o do qual ele falara era real.<\/p>\n\n\n\n<p>No princ\u00edpio dos tempos ele foi um s\u00f3, naquela \u00e9poca o rebuli\u00e7o no para\u00edso foi t\u00e3o grande que os anjos se dividiram, dem\u00f4nios nasceram, alguns ca\u00edram e sobrou merda pra todo lado, cada um abra\u00e7ou a bandeira que mais agradava e come\u00e7ou o caos celestial.<\/p>\n\n\n\n<p>Belial ent\u00e3o conversou com um amigo, trocou uma id\u00e9ia com um irm\u00e3o, exp\u00f4s conhecimentos a um primo&#8230; Quando menos percebeu, ele n\u00e3o era mais um, n\u00e3o que os outros faziam parte dele, mas como dizer? Eles deixaram de existir para que Belial se expandisse.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, eu sei, convivo com isso e ainda n\u00e3o entendo completamente, que dir\u00e1 de qualquer mortal que saiba a respeito. Claro, ele conseguiu passar pra c\u00e1 junto com os sete Sacais, afinal, o buraco que os garotos abriram foi t\u00e3o grande que muita coisa passou junto, at\u00e9 mesmo algumas que ainda dormem sobre o qual Belial sempre sussurra.<\/p>\n\n\n\n<p>Construir a Agulha Negra foi a primeira coisa que fizemos digna de nota. Eu tinha o conhecimento e Belial o poder, o material veio de uma cidade afligida por um vulc\u00e3o que deixou&nbsp;&nbsp;vidro negro para todo lado e muito concreto soterrado esperando para ser retirado.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo constru\u00edmos a segunda e antes que a terceira tivesse sido sequer planejada, a cidade se formou ao redor delas. Coube ao mais velho morador, eu, a fun\u00e7\u00e3o de l\u00edder, prefeito e por que n\u00e3o dizer, rei.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas isso tudo j\u00e1 fazem mais de 50 anos, desde ent\u00e3o as coisas n\u00e3o mudaram muito aqui em G\u00f3lgota e Belial tem andado quieto, me deixado por tempo demais na autonomia do corpo e do poder.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto tempo assim transforma o homem, eu n\u00e3o sei dizer se a moral deixou de existir, foi suplantada ou mesmo plenamente compreendida, mas definitivamente eu consigo entender Belial e seus prop\u00f3sitos n\u00e3o mais tentando classific\u00e1-lo como bom ou mal.<\/p>\n\n\n\n<p>Sob certos pontos de vista a vis\u00e3o da realidade se torna bem menos objetiva para tentar assumir um aspecto mais aceit\u00e1vel para a consci\u00eancia, no entanto o que controla e tem o poder, muitas vezes tem de ir al\u00e9m desses pontos de vista. Ultrapassar alguns limites se torna algo comum.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu n\u00e3o sei se ainda vivo por estar aguardando o que o futuro reservar de surpresa ou se \u00e9 pelo idealismo que eu tinha nos primeiros 15 anos quando queria dar um jeito de resolver a merda que aconteceu no mundo, devolver a terra a seus habitantes. Digo mais, tirar os malditos Sacais do poder e conseguir enfim descansar em paz.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas quem descansa em paz descansa para sempre. Paz \u00e9 para os mortos e enquanto eu estiver vivo sei que a guerra estar\u00e1 em meu encal\u00e7o. Mesmo que seja uma guerra espiritual do qual eu apenas sinta o aroma de enxofre quando perco a consci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, 50 anos e 3 agulhas depois, Belial me disse que elas s\u00e3o na verdade pregos, e que construir as primeiras foi f\u00e1cil demais, o grande desafio que ele ocultara de mim por tempo suficiente, foi construir a quarta, subterr\u00e2nea e oculta.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o era piada e eu pude v\u00ea-la com meus pr\u00f3prios olhos. Diferente&nbsp;dos anos que passamos Belial enfim assumiu uma voz e uma personalidade como dominante, disse que a hora de agir tinha chego e que, gra\u00e7as \u00e0 gula de um dos Sacais, poder\u00edamos dar o primeiro golpe&nbsp;fatal:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Voc\u00ea quer fazer a diferen\u00e7a, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Claro que sim, por isso aceitei o acordo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Voc\u00ea aceitou para n\u00e3o morrer, agora \u00e9 sua chance de se livrar de vez disso.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; N\u00e3o tenho do que me livrar. De tanto que voc\u00ea j\u00e1 conhece meus pensamentos, j\u00e1 te considero como parte de quem eu sou.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Certamente, n\u00e3o poderia ser diferente. At\u00e9 mesmo n\u00f3s nos apegamos a voc\u00ea, o que era inicialmente apenas um ve\u00edculo se tornou algo do qual nos orgulhamos. Temos muito futuro juntos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Futuro? N\u00e3o me importa muito, com o que eu j\u00e1 vivi e experimentei, se minha vida acabasse agora n\u00e3o seria motivo de tristeza. Acho que se essa situa\u00e7\u00e3o representa algum risco real, ela sim \u00e9 algo pelo qual vale a pena suar.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Voc\u00ea se tornou muito espirituoso, teve uma oportunidade em vida que muitos teriam transformado em maldi\u00e7\u00e3o, pecado e perdi\u00e7\u00e3o e conseguiu fazer algo que nem mesmo n\u00f3s imaginamos ser poss\u00edvel em nosso primeiro contato.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Muito me felicita saber isso. Vamos adiante?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Sim, o caminho n\u00e3o \u00e9 longo, mas devemos passar em uma pequena cidade antes.<\/p>\n\n\n\n<p>O amor \u00e0 vida eu perdi faz tempo, a aventura e a adrenalina se tornaram o raro diferencial pelo qual eu estendia minha vida, momentos em que eu podia me tornar ciente de minha quase imortalidade. Um&nbsp;um plano insano para derrubar um deles n\u00e3o me parecia nem um pouco seguro, por isso aceitei na mesma hora.<\/p>\n\n\n\n<p>Sevla e Melangra ficaram encarregadas de controlar a cidade, pegamos o V8 dado pelos xam\u00e3s e seguimos rumo a um esconderijo secreto no Quarto Prego, aquele que nunca esfriaria e representava, ao mesmo tempo, um dos maiores milagres na terra e uma das mais terr\u00edveis profanidades j\u00e1 cometidas. N\u00e3o t\u00ednhamos tempo para di\u00e1logos morais.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante os anos em que o \u00faltimo prego fora fincado na terra, no cora\u00e7\u00e3o das cidades da resist\u00eancia, Belial moldou caminhos e a\u00e7\u00f5es, fez alian\u00e7as com deuses antigos e esquecidos e at\u00e9 mesmo com lideran\u00e7as que o ca\u00e7aram no passado.<\/p>\n\n\n\n<p>E ali na sala que jamais vira a luz, Belial me fez relembrar a dor de nossa uni\u00e3o: Duas vezes.<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro ele saiu atrav\u00e9s de cada poro de meu corpo, minha carne parecia que ia estourar enquanto meus ossos clamavam por serem estra\u00e7alhados logo. Verti sangue por todos os lugares poss\u00edveis e imagin\u00e1veis e senti que a morte seria um presente muito bem vindo.<\/p>\n\n\n\n<p>O enxame de criaturas estava fora de meu corpo pela primeira vez em tanto tempo, a apar\u00eancia era muito mais amea\u00e7adora do que eu lembrava conforme eles se moviam em dire\u00e7\u00e3o a uma coisa que surgira enquanto eu ainda tinha espasmos de dor, uma montanha de algo dourado e extremamente arom\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Fiquei de joelhos tendo pequenas convuls\u00f5es enquanto cada uma daquelas criaturas se alimentava daquela montanha, comiam vorazes como se tivessem esperado um mil\u00eanio para isso. Foi quando ent\u00e3o percebi que pela primeira vez Belial abrira totalmente a comporta de ida e vinda de seu conhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Pensar em um assunto trazia s\u00e9culos de conhecimento a respeito dele, a genealogia de cada tratado e conceito que existisse sob a face da terra estava ao meu dispor, e me senti exatamente como sabia que aquelas criaturas estavam se sentindo:&nbsp;Se alimentando de verdade pela primeira vez na exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Jamais fora de minha cobi\u00e7a o conhecimento, pelo contr\u00e1rio, sempre gostei de conhecer apenas o necess\u00e1rio do que me fosse \u00fatil, no entanto ter contato com Belial durante tanto tempo, deve ter mudado alguns dos cord\u00f5es de minha exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo a montanha dourada fora reduzida a pequenos farelos sem brilho e sem aquela vivacidade que apresentavam antes, eu entendi o que tinham feito e o motivo pelo qual tinham feito. Senti um pouco de desconforto quando percebi que exatamente como aquelas criaturas, eu estava passando mal de tanto me alimentar, a gula era realmente um pecado.<\/p>\n\n\n\n<p>Jogado no ch\u00e3o eu devo ter cochilado por algumas horas, acordei com uma ressaca terr\u00edvel percebendo que o fluxo de informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o conseguia ser interrompido, mesmo fora de meu corpo o elo entre Belial e eu era cont\u00ednuo, apenas os pensamentos da legi\u00e3o que eu n\u00e3o conseguia mais ouvir.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim vi su\u00e1sticas, crucifixos, trisquetas, ankhs, e todo tipo de s\u00edmbolo religioso espalhado em volta daquela sala que somente se iluminara quando a montanha de Man\u00e1 se revelara. O que Belial prometera a todos os que compartilharam com aquele banquete n\u00e3o tinha sido algo altru\u00edsta, ia ao encontro dos objetivos de todos, mas certamente beneficiava muito mais a nossa sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>As criaturas voltaram a se mover, vieram em minha dire\u00e7\u00e3o e pensei no que aconteceria se eu tentasse fugir. Criancices fazem parte do escopo de a\u00e7\u00f5es de uma crian\u00e7a, n\u00e3o sendo eu uma crian\u00e7a, dei um passo adiante para que volt\u00e1ssemos \u00e0 comunh\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Da primeira vez que nos unimos doeu bastante, lembro que morrer foi um pensamento constante enquanto aquilo acontecia. Na segunda vez, h\u00e1 poucas horas, doeu mais ainda, e morrer se tornou uma possibilidade agrad\u00e1vel para aplacar a dor: Nessa terceira vez eu n\u00e3o senti nada.<\/p>\n\n\n\n<p>Considere por um momento que algo que se torna sua ess\u00eancia por um momento, em total plenitude, seja a dor. Logo, essa dor \u00e9 voc\u00ea, e n\u00e3o algo que voc\u00ea sente, certo?<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 assim eu conseguiria descrever a reentrada daquelas criaturas em meu corpo, alimentadas e com pelo menos 5 vezes o tamanho de antes. A entrada for\u00e7ada praticamente separou cada c\u00e9lula de meu corpo para que acontecesse.<\/p>\n\n\n\n<p>Acho que assim fica justificado o blackout de 3 dias que tive a seguir. Sem ressentimentos nem motivos para tira\u00e7\u00e3o de sarro posterior por fraqueza.<\/p>\n\n\n\n<p>Seguimos para uma pequena cidadezinha n\u00e3o muito longe, como a maioria, destru\u00edda pelos anos e pelas maldi\u00e7\u00f5es. Mesmo velha e prec\u00e1ria em sua apar\u00eancia geral, era um reduto de alguma alta tecnologia que conseguiram manter. Belial me disse ent\u00e3o que o dono da casa de cortes tinha uma fama bem interessante, ningu\u00e9m sabia seu nome e apenas o chamavam de Cutelo.<\/p>\n\n\n\n<p>Belial arrumara tudo com anteced\u00eancia, fez uma alian\u00e7a com a esposa dele em um momento de total priva\u00e7\u00e3o sensorial, enquanto ela ainda era uma escrava presa em uma casa de prostitui\u00e7\u00e3o, para l\u00e1 nos dirigimos passando por boates e at\u00e9 mesmo uma esp\u00e9cie de leil\u00e3o de placas.<\/p>\n\n\n\n<p>Fomos bem recebidos pela mulher e o homem n\u00e3o demonstrou ci\u00fame algum, Belial me deixou claro que ele tinha mais firmeza e prop\u00f3sito que podiam ser julgados pela apar\u00eancia. Era o homem certo para o trabalho certo.<\/p>\n\n\n\n<p>Conversamos com Cutelo e ele sabia que era um trabalho dif\u00edcil e bem demorado, sua esposa lhe deixou ciente que nosso sucesso nessa empreitada se dava \u00e0 sua habilidade particular e quase \u00e9pica de fazer os cortes perfeitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas com a perfei\u00e7\u00e3o que ele alcan\u00e7ara no decorrer de seu of\u00edcio, que deixaria com inveja todos os sacerdotes que ficaram por vidas esmerando a habilidade no corte da carne, conseguir\u00edamos prover uma oferenda boa para deixar o Sacal tonto o suficiente, abrindo a janela que Belial precisava.<\/p>\n\n\n\n<p>A esposa de Cutelo demorou, mas conseguiu explicar a ele que esse seria o trabalho de sua vida, aquele pelo qual seria conhecido atrav\u00e9s do tempo. Sem muitas ambi\u00e7\u00f5es, ele apenas queria ver se conseguia, afinal, era essa a fun\u00e7\u00e3o dele no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Normalmente uma galinha ou um galo s\u00e3o o suficiente para uma oferenda, cabras e bodes s\u00e3o cortes maiores e resolvem problemas bem complicados, um boi ou uma vaca s\u00e3o motivo para cuidado extremo e certeza de que sabe-se o que est\u00e1 fazendo. O homem afiou alegremente seu cutelo de Prata ao ver e pequena manada de b\u00fafalos, quase em rever\u00eancia para a matan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Demoramos dois dias para completar todos aqueles sacrif\u00edcios, enquanto Cutelo fazia os cortes com precis\u00e3o, velocidade e perfei\u00e7\u00e3o, Belial cantava e proferia as preces corretas para cada caso. N\u00e3o seria errado dizer que matamos uma fazenda.&nbsp;Desperd\u00edcio? Zero!<\/p>\n\n\n\n<p>Toda a carne distribu\u00edda alimentou crian\u00e7as \u00f3rf\u00e3s, pessoas pobres que mal tinham dinheiro para comprar um p\u00e3o, e todo tipo de gente que morava naquela cidadezinha. Enfim foi uma grande festa, no qual oportunas ora\u00e7\u00f5es foram feitas exaustivamente por pessoas que gostariam de mudar as condi\u00e7\u00f5es de sua vida.<\/p>\n\n\n\n<p>No fim das contas&nbsp;nos despedimos do homem e de sua esposa com todas as oferendas organizadas, limpas e prontas para receberem seu uso final: Cabe\u00e7as, rins, f\u00edgado, pulm\u00e3o, cada parte sagrada foi separada e levada para a miss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O caminho foi curto at\u00e9 a toca do Sacal, l\u00e1 posicionamos cada uma das oferendas na entrada e ent\u00e3o nos afastamos. A falta de guardas ou protetores n\u00e3o devia ser tomada como um sinal de que seria f\u00e1cil, mas sim de que o lugar era secreto e a criatura que ali habitava era capaz de se defender sozinha.<\/p>\n\n\n\n<p>Permanecemos por um dia, parados e atentos em um esconderijo perfeito, logo, as oferendas come\u00e7aram a atrair moscas devido ao avan\u00e7ado est\u00e1gio de decomposi\u00e7\u00e3o. Em poucas horas elas n\u00e3o mais pareciam insetos, mas sim uma nuvem de t\u00e3o numerosas que eram.<\/p>\n\n\n\n<p>As nuvens do c\u00e9u escuro se agitaram relampejando e trovejando em uma amea\u00e7a velada de chuva, era o sinal da Alma do Mundo de que o temor das pot\u00eancias que rodeavam aquele lugar era maior do que Belial estimara.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo sem a chuva, o aroma do ar mudou e ventos fortes come\u00e7aram a soprar t\u00e3o forte que o aroma p\u00fatrido das oferendas n\u00e3o mais se fazia presente, no entanto, as moscas permaneciam ali paradas, como se pesassem cada uma mais de 20 quilos.<\/p>\n\n\n\n<p>Belial ent\u00e3o abriu a \u00faltima comporta que separava nossas mentes, aquela que deixava seus pensamentos secretos isolados dos meus. Um gesto da confian\u00e7a absoluta de que eu n\u00e3o o deixaria ali para batalhar sozinho. Ele estava correto.<\/p>\n\n\n\n<p>A Nuvem n\u00e3o era nada menos que o pr\u00f3prio Belzebu em pessoa, ele j\u00e1 percebera Belial ali, seu irm\u00e3o, e embora aquilo tivesse me causado surpresa, eu compreendi bem como cada um deles eram aspectos da mesma coisa, ou fen\u00f4meno se assim eu poderia descrever.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma explos\u00e3o na primeira oferenda e a nuvem de moscas tornou-se mais densa, a segunda demorou a acontecer e foi o sinal que esper\u00e1vamos para correr. Todos os outros sacrif\u00edcios explodiram sinalizando que tinham sido consumidos, e a \u00fanica forma disso ser feito, era que a pr\u00f3pria entidade estivesse ali em sua plenitude.<\/p>\n\n\n\n<p>Meus passos eram dados em uma velocidade que eu jamais testemunhara, cada c\u00e9lula de meu corpo estava entrando em colapso prestes a explodir devido ao atrito com o e o primeiro impacto entre n\u00f3s e Belzebu fez com que eu me lembrasse da dor da comunh\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As asas da criatura traziam a luminesc\u00eancia p\u00e1lida da morte, alguns chamavam ele e os seus de Gregoraquinianos, mas eu dificilmente deixaria de cham\u00e1-los de Sacais. Sua primeira tentativa foi a de desferir um golpe com as presas em minha garganta, percebemos a tempo e conseguimos nos esquivar do golpe com um pulo para tr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim Belzebu estava completamente manifesto, o aroma p\u00fatrido do ar sumiu dando lugar a incenso queimado em piras enormes na antiguidade, quando a ele ainda era rendido o respeito a um deus. Pude ver os muitos sacrif\u00edcios que foram feitos pela hist\u00f3ria a ele sem que seu nome fosse dito por temor.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele subiu em seu v\u00f4o para longe, se distanciando o suficiente para ter uma vis\u00e3o melhor da \u00e1rea do combate, sabia que se tentasse fugir e por um \u00fanico segundo abrisse guarda para seu irm\u00e3o, n\u00e3o sobreviveria para a pr\u00f3xima refei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi minha a vez de correr e alcan\u00e7ar o ar com um pulo, n\u00f3s est\u00e1vamos aos poucos deixando de ser eu e Belial, e enquanto eu avan\u00e7ava pelo ar, n\u00f3s nos esquecemos do nome que t\u00ednhamos outrora.<\/p>\n\n\n\n<p>Belzebu desceu em um rasante tentando acertar minha perna, eu a recolhi apenas para receber um jato de \u00e1cido vomitado astuciosamente em meu rosto. Sofri as duras penas da priva\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o e aos poucos perdi as for\u00e7as que julguei ter.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma manobra r\u00e1pida ele deve ter girado no ar e voltou me atacando com sua presa mais uma vez, dessa vez foi certeiro e senti que em minha perna esquerda estava cravado o ferr\u00e3o que queimava continuamente, tentei colocar as m\u00e3os, mas fui sacudido para o lado, a batalha estava perdida.<\/p>\n\n\n\n<p>A derrota do homem que fazia parte de n\u00f3s h\u00e1 50 anos n\u00e3o seria boa para n\u00f3s, n\u00e3o nos deixava felizes nem mesmo satisfeitos, ao contr\u00e1rio de nosso irm\u00e3o n\u00f3s apreci\u00e1vamos a vida dos homens e com isso fizemos nosso nome tornar-se sin\u00f4nimo da indestrutibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o irm\u00e3o era mais velho, mais s\u00e1bio e guardava muito mais rancor dentro de si pelo tempo que permanecera preso, naquela confus\u00e3o causada pela repress\u00e3o ao seu culto e pela persegui\u00e7\u00e3o aos seus fi\u00e9is. Seu poder imenso s\u00f3 rivalizava com seu prop\u00f3sito e raiva. Destru\u00ed-lo seria imposs\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Senti ent\u00e3o pela primeira vez o que acontecia de fato enquanto eu estava inconsciente e n\u00f3s tom\u00e1vamos a dianteira, diluindo minha exist\u00eancia na legi\u00e3o eu n\u00e3o me tornava mais fraco, mas n\u00f3s torn\u00e1vamo-nos mais fortes.<\/p>\n\n\n\n<p>Sentimos ent\u00e3o a comunh\u00e3o completa, e o corpo do homem que estava sendo atacado e machucado, que era o corpo que tamb\u00e9m era nosso, passou a responder ao que quer\u00edamos. Belzebu tentava devorar nosso cr\u00e2nio quando sentiu que n\u00f3s est\u00e1vamos alimentados do Man\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele proferiu maldi\u00e7\u00f5es ancestrais, atirou-nos poderes que escondia no \u00e2mago de seu ser e quando o homem enfim deixou de ser um, para ser \u201cn\u00f3s\u201d, pudemos proferir nossa verdadeira voz pela primeira vez na exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Com um golpe r\u00e1pido a presa da mosca abissal fora quebrada, sangue amarelo com aroma de pus come\u00e7ou a escorrer e cada gota que tocava o solo era mais um pouco da eterna fome que jamais se saciava por&nbsp;querer ser tudo, essa fome n\u00f3s entend\u00edamos bem.<\/p>\n\n\n\n<p>O irm\u00e3o se afastou e deu um novo golpe, dessa vez jogando a for\u00e7a e o peso de seu corpo em cima de n\u00f3s. Fomos lan\u00e7ados ao ch\u00e3o onde quase fomos esmagados pelo peso dele, e na \u00e2nsia de nos espetar com a outra presa que restava, conseguimos sair debaixo daquele monte.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele rolou, impulsionou-se para o alto com as patas ainda fortes e vimos que, enquanto aquelas asas fossem r\u00e1pidas o bastante, depender\u00edamos da sorte. Pulamos mais uma vez, dessa vez mais r\u00e1pido que ele e ent\u00e3o conseguimos montar seu corpo.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu disse ao irm\u00e3o que aquela forma era forte e majestosa, e que se estiv\u00e9ssemos em nosso lar, quente e esmagador, certamente eu estaria perdido. Belzebu entrou em p\u00e2nico pelo que previu que aconteceria e tentou jogar-nos para longe de seu lombo tarde demais.<\/p>\n\n\n\n<p>Abrimos nossa boca e arrancamos uma de suas asas, no p\u00e2nico causado pela fraqueza o irm\u00e3o estava limitado \u00e0s leis naturais daquele mundo. Ca\u00edmos t\u00e3o velozmente que todos os ossos de meu corpo se quebraram, se fosse ainda o homem, nada teria restado.<\/p>\n\n\n\n<p>Somente quando tentou voar novamente, n\u00e3o conseguiu e estava prestes a ser destru\u00eddo, foi que Belzebu se enfureceu. De seu corpo saiu um jato daquele l\u00edquido amarelo, e como um foguete ele subiu para o c\u00e9u, explodindo como fogos de artif\u00edcios fariam para comemorar algo, mas ele estava apenas alertando aos outros Seis Sacais que a coes\u00e3o de seus poderes corria risco.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o me restava muito tempo, logo eles estariam ali mesmo n\u00e3o gostando do irm\u00e3o, N\u00e3o desejariam perder a configura\u00e7\u00e3o atual que lhes permitia uma quase invencibilidade e se Belzebu fosse destru\u00eddo, o grande plano estaria comprometido.<\/p>\n\n\n\n<p>O homem agradeceu estar entre n\u00f3s e n\u00e3o ter de sentir aquela sensa\u00e7\u00e3o novamente quando pulamos como criaturas para fora do corpo e atacamos a carne do irm\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Festej\u00e1vamos como aquela cidade festejara com tanta carne \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o. Faz\u00edamos isso pois a cada mordida de cada um de n\u00f3s, o irm\u00e3o rompia-se em l\u00e1grimas e urros de p\u00e2nico fazendo com que at\u00e9 mesmo a Alma do Mundo desviasse sua aten\u00e7\u00e3o daquele lugar.<\/p>\n\n\n\n<p>As nuvens se assustaram e uma tempestade de raios se fez no ar, a terra temeu e tornou-se areia tentando esconder sua vitalidade do devorador que n\u00f3s mostr\u00e1vamos ser. Por aquele momento a promessa de poder era t\u00e3o grande que pod\u00edamos come\u00e7ara a devorar o mundo para nos tornarmos tudo e todos.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma imensid\u00e3o de possibilidades nos entorpecia e os gritos do irm\u00e3o se calaram,&nbsp;cada um de n\u00f3s p\u00f4de ent\u00e3o saborear aquela refei\u00e7\u00e3o que fazia o homem em seu corpo vomitar compulsivamente. Ele jamais presenciara como n\u00f3s nos aliment\u00e1vamos, e como todas outras criaturas que presenciavam isso, ele come\u00e7ou a expelir a pr\u00f3pria exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00e1 no fundo do abismo de quem somos o irm\u00e3o pedia para se tornar parte de n\u00f3s, ao saber as condi\u00e7\u00f5es para que isso acontecesse ele tentou desistir,&nbsp;apenas quando mostramos a ele que era inevit\u00e1vel, ele se calou por n\u00e3o mais ser ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Observamos o homem ao lado afastando-se da exist\u00eancia, chegando cada vez mais pr\u00f3ximo da morte e decidimos que ele era \u201cn\u00f3s\u201d,&nbsp;que viver\u00edamos juntos ou morrer\u00edamos juntos, e mesmo sem querer que aquilo acontecesse, mais uma vez fizemos ele sofrer pela comunh\u00e3o para que fossemos um.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos os ossos de meu corpo do\u00edam pela reconstru\u00e7\u00e3o for\u00e7ada, as milhares de vozes e presen\u00e7as de Belial me saudavam de volta e eu dizia a elas que Sevla e Melangra nos esperavam. Deitei no ch\u00e3o enquanto convers\u00e1vamos sobre o que acontecera ali, mas o alerta veio logo, os outros seis Sacais estavam ali.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s nos levantamos e vimos ao nosso redor cada um deles, furiosos e irritadi\u00e7os com tudo que acontecera, queriam nos atacar e nos destruir, mas n\u00e3o tinham consigo o segredo de Belzebu. Sabiam que n\u00e3o podiam nos destruir sem destruir a unidade do poder.<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas n\u00f3s sab\u00edamos como destruir e assimilar, fazendo com que se tornassem parte de n\u00f3s e a coes\u00e3o do poder jamais fosse interrompida. Sorrimos maliciosamente para todos eles antes que desaparecessem, em nosso sorriso ficou expressa a promessa de que em breve a unidade existiria, todos eles seriam n\u00f3s e n\u00f3s ser\u00edamos a unifica\u00e7\u00e3o!<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(gula) Acredite, a dor de ter milhares de criaturas entrando em seu corpo pelos poros n\u00e3o \u00e9 algo que voc\u00ea vai querer guardar como lembran\u00e7a. N\u00e3o que consiga, se quiser. 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