Gehenah

Gehenah é um mundo de fantasia sombria e pós-apocalíptica, onde os sete pecados capitais ganharam forma concreta na figura dos Gregoraquinianos, demônios que dominam a Terra após a queda da humanidade. Inspirado na Geena bíblica — o vale onde o fogo nunca se apaga —, Gehenah é um reflexo da condenação eterna, um lugar onde o apocalipse já aconteceu e a salvação é apenas uma lembrança esquecida. A luz do Sol foi ocultada por uma colossal Mortalha, mergulhando o planeta em um ciclo perpétuo de cinza e desolação.

Neste universo, o bem foi derrotado e o mal reina soberano. A magia, antes esquecida, ressurgiu das cinzas para suprir a ausência da ciência, moldando uma nova ordem onde tecnologias arcanas e forças demoníacas se entrelaçam. A realidade foi distorcida pela fusão entre o mundo dos homens e o inferno, alterando leis físicas, espirituais e sociais. A fé, a moral e a lógica se tornaram frágeis diante do novo paradigma, onde a sobrevivência exige sacrifícios impensáveis.

Gehenah é um lugar onde o inferno se tornou geografia — um mundo onde cada passo revela ruínas de um passado destruído e horrores de um presente sem esperança. Nesse cenário devastado, as lendas dos sete demônios se misturam a ecos de mitologias antigas, formando uma teogonia única e brutal. Para leitores e criadores de mundos fantásticos, Gehenah é um exemplo de worldbuilding denso, simbólico e aterrador, onde cada elemento contribui para a sensação constante de que o pior ainda está por vir.


Publicações

Escrita · Gehenah

O mundo de Gehenah

Artigo publicado originalmente na revista “R.I.P. Read in Peace” nº 07 em Setembro de 2011 “Gehenna (Grego γέεννα), Gehinnom (Hebraico Rabínico: גהנום/גהנם) e Yiddish Gehinnam, são termos derivados…

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Escrita · Gehenah

Lady Hiroshima, a Gênese

(ira) Sete milhas ficaram para trás em um rastro de poeira e marcas de pneu na terra. Dentro do V8 amarelo com faixas pretas verticais acelerando em direção à…

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Escrita · Gehenah

Segredos sobre a jornada mercurial

(avareza) – A beleza do céu de hoje não é sequer sombra da de antigamente. Mal podemos ver as estrelas – Lunara suspirou enquanto pintava aquele céu cinzento com…

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Escrita · Gehenah

Bastardos, duas gatas e um V8 fumegante

(preguiça) O Zeppelin Oriental cortava o céu com suas chamas, oriundas das paixões dos ricos e poderosos, gente que não precisava se esforçar nesse mundo tão estranho. Aquele era…

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Escrita · Gehenah

AxisMundi, a herança de Simha

(soberba) Sentou-se em uma cadeira acabada, velha e feia, ainda assim forte e confortável. Sua casa era modesta, nunca primou pelo. Sentado na varanda, observava as colinas ao…

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Escrita · Gehenah

Cutelo de prata e a questão de Dandara

(luxúria) Das quatorze placas decoradas que vi nos últimos quilômetros não entendi nenhuma. Não estavam escritas em um alfabeto que eu conheça, o que não é estranho já que…

20 min de leitura